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Autores

  • Valéria Vasconcelos CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO PAULO (UNISAL)
  • Vanessa Toledo
  • Danielle Oliveira
  • Gabriela Marques
  • Laryssa Moreira
  • Tabata Soldera

DOI:

https://doi.org/10.25074/pfr.v0i26.2131

Resumo

As normas de conduta construídas historicamente no Brasil amparam a estrutura patriarcal imposta intensamente através da colonização europeia. Quando a sociedade reproduz e válida como correto somente um padrão de comportamento, reforça posturas machistas e autoritárias. A presente experiência foi sistematizada seguindo os aportes teóricos de Jara (2006) e teve como propósito investigar as concepções das crianças participantes sobre conceitos de feminilidade/masculinidade e problematizar diferentes cosmovisões, reforçando a reflexão e criação de valores mais equitativos. Por meio das rodas de conversa buscamos desconstruir estereótipos retratados nos filmes e na literatura infantil que naturalizam a hierarquia e dominação. Nessa fase do trabalho, percebemos o quanto o machismo está enraizado no imaginário das crianças e se manifesta desde a mais tenra idade. Concluímos que é possível quebrar lógicas impostas que reforçam diversos tipos de relações sociais marcadas pela desigualdade, entre elas, as entre homens e mulheres. A cultura é construída social e historicamente, assim como as ideologias, portanto, a mudança de pensamento e a tomada de consciência crítica por parte dos sujeitos são fundamentais. Para que transformemos a realidade em outra mais igualitária, a participação de crianças é primordial e a Educação Popular pode contribuir com alternativas possíveis para o “inédito viável”.

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Publicado

2021-12-29

Edição

Seção

Artículos de Investigación

Como Citar

español: español. (2021). Paulo Freire. Revista De Pedagogía Crítica, 26, 159-177. https://doi.org/10.25074/pfr.v0i26.2131